Uvas, as rubis.
Vulvas, as molhadas. Úmidas e sedentas. Desérticas e alagadas. Paradoxais e virgens da natureza.
Que se recolhem e se dão. Sempre puras em suas intenções. Dissonantes mas coerentes com suas harmonias orquestrais. Em um mundo de repressão respiram livremente e transpiram, abundantemente, não importando a convicção ou filosofia de suas donas.
foto e texto : Márcia Novaes

Nenhum comentário:
Postar um comentário