Vivemos em um mundo que vai na direção contrária da própria natureza. Não por culpa desse mundo que seguia seu caminho com suas evoluções, tempestades, mutações... como qualquer ser gostaria mesmo atravessando as diversas fases que fazem uma vida.
Vida longa que teria este mundo... não fossem os homens e suas ambições, avarezas, mesquinharias, ganâncias, intolerâncias.
Cada dia me conscientizo mais da necessidade do trabalho individual, da postura pessoal, da atitude em coerência com o pensamento, da ética como ser vivente cuja máxima deveria ser o respeito e a fé pela vida.
Por isso dei uma de "Chico Mendes" semana passada quando ouvi barulho de machado, aquele barulho repetitivo que vai doendo se nos omitimos pois sabemos - não há como negar - que o corte é no tronco de alguma árvore, que a lâmina dói e que a morte chega no silêncio depois dos golpes.
Há um tempo já havia ouvido esses toques repetitivos vindo do mato ao lado de casa. Aquilo me incomodou um pouco mas deixei passar... tão ocupada com minha própria vida e seus afazeres.
Semana passada, como se uma segunda chance para me redimir de minha omissão... eis o mesmo barulho assombrando a mata. Não podia mais me calar.
Saí de casa correndo e adentrei o mato do jeito que estava. Dei de cara com dois homens cortando um bambu gigante. O machado nas mãos e, felizmente, uma cara conhecida. Nunca estamos sozinhos quando lutamos pelo bem.
Interpelei os homens - um dos quais conhecido meu - e falei do meio-ambiente, da lei, da necessidade de cuidarmos de nosso canto, do que nos cerca, do que nos alimenta. Os bambus iam virar adornos para uma loja de móveis. Quatro bambus-gigantes iam ser derrubados. Um já estava no chão, caído, derrotado.
Resumindo... graças à minha intervenção evitei a morte dos outros 3 bambus. Os empregados avisaram o patrão, repassaram o que eu havia dito ( especialmente a sanção judicial e consequente multa) e... FINAL FELIZ! Missão cancelada. - Quem deve, teme.
Muitas vezes é pouco o que podemos fazer... mas podemos. E isso nos deixa mais fortes.
Voltei para casa me sentindo uma gladiadora e agora busco meu exército.
Pois ele existe e cresce a cada dia.
E não tememos NADA.
Que venham os homens maus... nós temos a VIDA ao nosso lado.
Vida longa que teria este mundo... não fossem os homens e suas ambições, avarezas, mesquinharias, ganâncias, intolerâncias.
Cada dia me conscientizo mais da necessidade do trabalho individual, da postura pessoal, da atitude em coerência com o pensamento, da ética como ser vivente cuja máxima deveria ser o respeito e a fé pela vida.

Por isso dei uma de "Chico Mendes" semana passada quando ouvi barulho de machado, aquele barulho repetitivo que vai doendo se nos omitimos pois sabemos - não há como negar - que o corte é no tronco de alguma árvore, que a lâmina dói e que a morte chega no silêncio depois dos golpes.
Há um tempo já havia ouvido esses toques repetitivos vindo do mato ao lado de casa. Aquilo me incomodou um pouco mas deixei passar... tão ocupada com minha própria vida e seus afazeres.
Semana passada, como se uma segunda chance para me redimir de minha omissão... eis o mesmo barulho assombrando a mata. Não podia mais me calar.
Saí de casa correndo e adentrei o mato do jeito que estava. Dei de cara com dois homens cortando um bambu gigante. O machado nas mãos e, felizmente, uma cara conhecida. Nunca estamos sozinhos quando lutamos pelo bem.
Interpelei os homens - um dos quais conhecido meu - e falei do meio-ambiente, da lei, da necessidade de cuidarmos de nosso canto, do que nos cerca, do que nos alimenta. Os bambus iam virar adornos para uma loja de móveis. Quatro bambus-gigantes iam ser derrubados. Um já estava no chão, caído, derrotado.
Resumindo... graças à minha intervenção evitei a morte dos outros 3 bambus. Os empregados avisaram o patrão, repassaram o que eu havia dito ( especialmente a sanção judicial e consequente multa) e... FINAL FELIZ! Missão cancelada. - Quem deve, teme.
Muitas vezes é pouco o que podemos fazer... mas podemos. E isso nos deixa mais fortes.
Voltei para casa me sentindo uma gladiadora e agora busco meu exército.
Pois ele existe e cresce a cada dia.
E não tememos NADA.
Que venham os homens maus... nós temos a VIDA ao nosso lado.
foto: Márcia Novaes

Nenhum comentário:
Postar um comentário