Vou rebentar em veias e soltar flagelos e medos.
Falar vergonhas, verdades, vexames.
Expor a carne, o feio, o vão.
Depois andar com o peito rasgado, costelas faltando e o coração pra fora, indecente e feliz.
foto e texto: Márcia Novaes
p.s. Quis que meu coração fosse suculento e selvagem como esse moranguinho, flagrado em plena trilha no parque da Serra dos Órgãos.

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